Revista Médica De Minas Gerais Quem É E O Que Deveria Fazer Um Clínico No Brasil? Conceito, História E Identidade

· 2 min read
Revista Médica De Minas Gerais Quem É E O Que Deveria Fazer Um Clínico No Brasil? Conceito, História E Identidade

O objetivo desse texto é entender a trajetória do clínico e o seu papel no sistema de saúde brasileiro. Há  Ponto de Saúde  os termos clínico, clínico geral e até mesmo médico. Quando se diz que um médico é clínico pode-se referir ao seu método, ou à ideia de clínico geral, sem especialização.

  • Por exemplo, o sobrepeso pode estimular o aparecimento de hipertensão ou insuficiência cardíaca.
  • As condições tratadas por este médico são chamadas de doenças reumáticas – são exemplos a artrite, osteoartrose, gota, tendinite e entre outros.
  • Já é um passo na direção certa, ainda longe, porém, de onde queremos chegar, pois a clínica médica, no seu sentido mais estreito, não atende a mais de metade da demanda que a população lhe faz.
  • Depois de formado, o internista também tem um vasto mercado de trabalho, sendo uma das vantagens dessa especialidade, sobretudo, se você é uma daquelas pessoas que estão sempre em busca da novidade.



Essa experiência por si só já é grande aprendizado para a formação do médico, e em particular, do clínico. A Clínica Médica, também conhecida como medicina interna, é uma especialidade da medicina responsável pelo atendimento de todas as doenças não cirúrgicas em um adulto. Ou seja, a área engloba todas as áreas não cirúrgicas, sendo subdividida em várias outras especialidades. O médico clínico pode participar como coadjuvante  no acompanhamento pré e pós operatório, mas suas principais áreas de atuação são o ambulatório/consultório, os plantões e a medicina interna.


Sucesso!



É difícil delimitar os contornos da Clínica Médica, podendo-se afirmar que se caracteriza por diagnosticar e tratar as doenças de modo não cirúrgico. Em geral, mas não necessariamente, as doenças de adultos abordadas pelos clínicos não são cirúrgicas, e nem obstétricas-ginecológicas. A correria do dia-a-dia e o estresse da agenda do médico não podem ser fatores que impeçam o seu crescimento profissional.

Cuidados Preventivos


Recém-formado, o profissional recebe o registro no Conselho Regional de Medicina e é considerado apto para praticar a Medicina. “Todo paciente que não tem especialidade responsável fica com a Clínica. A postura deve ser sempre de acolhimento e organização do fluxo adequado para o serviço. O problema dessa falta de assistência não é dele, e temos que compreender isso de forma muito tranquila”.

Por exemplo, quando um paciente chega ao pronto-socorro ou hospital com queixas variadas, sem que a condição seja atribuída a um órgão ou sistema específico ele deve ser atendido pelo internista. Além do mais, como poderá esse pretenso “triador” saber a quem triar para o especialista se não for, ele sim, um exímio fazedor de diagnósticos?. Nós, do Paula Tostes, trabalhamos com  as 2 formatos, cada profissional se encaixa melhor em um deles.